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	<title>Blog do evoliveira &#187; Desporto</title>
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		<title>Acidente erótico.</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evoliveira</dc:creator>
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Una prueba que termina en un erótico accidente -&#8230; por tiempomotor
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<a href="http://www.dailymotion.com/video/xm95f9_una-prueba-que-termina-en-un-erotico-accidente-auto-es_auto" target="_blank">Una prueba que termina en un erótico accidente -&#8230;</a> <em>por <a href="http://www.dailymotion.com/tiempomotor" target="_blank">tiempomotor</a></em></p>
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		<title>Estes futebolistas não estão bons</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 22:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evoliveira</dc:creator>
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Ora vejam lá como é que estes fazem o aquecimento, estes gajos enlouqueceram&#8230;.
Bem afinal não, tudo não passou de uma campanha publicitária a um jornal desportivo italiano.
Se este post te agradou ajuda-me clicando AQUI

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object style="height: 390px; width: 640px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/keHfUuz1DhA?version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="height: 390px; width: 640px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://www.youtube.com/v/keHfUuz1DhA?version=3" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Ora vejam lá como é que estes fazem o aquecimento, estes gajos enlouqueceram&#8230;.</p>
<p style="text-align: center;">Bem afinal não, tudo não passou de uma campanha publicitária a um jornal desportivo italiano.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Se este post te agradou ajuda-me clicando <a href="http://www.iflexi.com/mega/?promo=iflexi*2031" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Carta aberta de José Mourinho</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 14:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evoliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa…
As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://xtremepricez.com/store/index.php?bid=10&amp;sl=PT&amp;aff_id=737" target="_blank"><img class="aligncenter" title="maquinacafe" src="http://xtremepricez.com/store/images/common/728x90_PT_01.jpg" alt="" width="728" height="90" /></a></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa…</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço de profunda emoção colectiva, de empatia, de união. Aqui, nas selecções, os jogadores não são apenas profissionais de futebol, os jogadores são além disso portugueses comuns que, por jogarem melhor que os portugueses empregados bancários, taxistas, políticos, professores, pescadores ou agricultores, foram escolhidos para lutarem por Portugal. E quando estes eleitos a quem Deus deu um talento se juntam para jogar por Portugal, devem faze-lo a pensar naquilo que são &#8211; não simplesmente profissionais de futebol (esses são os que jogam nos clubes), mas, além disso, portugueses comuns que vão fazer aquilo que outros não podem fazer, isto é, defender Portugal, a sua auto estima, a sua alegria.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Obviamente há coisas na sociedade portuguesa incomparavelmente muito mais importantes que o futebol, que uma vitória ou uma derrota, que uma qualificação ou não para um Europeu ou um Mundial. Mas os portugueses que vão jogar por Portugal &#8211; repito, não gosto de lhes chamar jogadores &#8211; têm de saber para onde vão, ao que vão, porque vão e o que se espera deles.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Por isso, quando a Federação Portuguesa de Futebol me contactou para ser treinador nacional, aquilo que senti em minha casa foi orgulho; do que me lembrei foi das centenas e centenas de pessoas que, no período de férias, me abordam para me dizerem quanto desejam que eu assuma este cargo. Isto levou-me, pela primeira vez na minha vida profissional, a decidir de uma forma emocional e não racional, abandonando, ainda que temporariamente, um projecto de carreira que me levou até onde me levou.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Desculpem a linguagem, mas a verdade é que pensei: Que se lixem as consequências negativas e as críticas se não ganhar; que se lixe o facto de não ter tempo para treinar e implementar o futebol que me tem levado ao sucesso; por Portugal, eu vou!</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>E é isto que eu quero dizer aos eleitos para jogar por Portugal: aí, não se passeia prestigio; aí, não se vai para levar ou retirar dividendos; aí, quem vai, vai para dar; aí, há que ir de alma e coração; aí, não há individualidades nem individualismos; aí, há portugueses que ou vencem ou perdem, mas de pé; aí, não há azias por jogar ou por ir para o banco; aí, só há espaço para se sentir orgulho e se ter atitude positiva.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Por um par de dias senti-me e pensei como treinador de Portugal. E gostei. Mas tenho que reconhecer que o Real Madrid é uma instituição gigante, que me «comprou» ao Inter, que me paga, e que não pode correr riscos perante os seus sócios e adeptos. Permitir que o seu treinador, ainda que por uns dias, saísse do seu habitat de trabalho e dividisse a sua concentração e as suas capacidades era impensável.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Creio, por conseguinte, que o feedback que saiu de Madrid e chegou à Federação levou a que se anulasse a reunião e não se formalizasse o pedido da minha colaboração.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Para tristeza minha e frustração do presidente Gilberto Madail.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Mas, sublinho, agora já a frio: foi e é uma decisão fácil de entender. Estou ao leme de uma nau gigantesca, que não se pode nem se deve abandonar por um minuto. O Real decidiu bem.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Fiquei com o travo amargo de não ter podido ajudar a Selecção, mas fico com a tranquilidade óbvia de quem percebe que tem nas suas mãos um dos trabalhos mais prestigiados no mundo do futebol.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Agora, Portugal tem um treinador e ele deve ser olhado por todos como «o nosso treinador» e «o melhor» até ao dia em que deixar de ser «o nosso treinador». Esta parece-me uma máxima exemplar: o meu é o melhor! Pois bem, se o nosso é Paulo Bento, Paulo Bento é o melhor.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Como português, do Paulo espero independência, capacidade de decisão, organização, modelagem das estruturas de apoio, mobilização forte, fonte de motivação e, naturalmente, coerência na construção de um modelo de equipa adaptada as características dos portugueses que estão à sua disposição. Sinceramente, acho que o Paulo tem condições para desenvolver tudo isso e para tal terá sempre o meu apoio. Se ele ganhar, eu, português, ganho; se ele perder, eu, português, perderei. Mas eu também quero ganhar.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>No ultimo encontro de treinadores que disputam a Champions League, quando questionado sobre o poder dos treinadores nos clubes, ou a perda de poder dos treinadores face ao novo mundo do futebol, sir Alex Fergusson disse (e não havia ninguém com mais autoridade do que ele para o dizer!) que o poder e a liderança dos treinadores depende da personalidade dos mesmos, mas que depende muitíssimo das estruturas que os rodeiam. Clubes e dirigentes fragilizam ou solidificam treinadores.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Eu transponho estas sábias palavras para a selecção nacional: todos, mas todos, neste país devem fazer do treinador da selecção um homem forte e protegido. E quando digo todos, refiro-me a dirigentes associativos, federativos e de clubes, passando pelos jogadores convocados e pelos não convocados, continuando pelos que trabalham na comunicação social e terminando nos taxistas, políticos, pescadores, policias, metalúrgicos, etc. Todos temos de estar unidos e ganhar. E se perdermos, que seja de pé.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Mas, repito, há coisas incomparavelmente mais importantes neste país que o futebol. Incomparavelmente mais importantes… Infelizmente!</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os treinadores portugueses, aos que estão em Portugal e aos muitos que já trabalham em tantos países de diferentes continentes, uma época com poucas tristezas e muitas alegrias.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Ao Xico Silveira Ramos, manifesto-lhe a minha confiança no seu cargo de Presidente da ANTF.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Um abraço a todos.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>José Mourinho</em></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Grande homem.</span></strong></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #0000ff;">Mas o que eu gostava mesmo era que jogadores lhe dessem ouvidos e nos tempos de crise que passamos, fizessem o seu trabalho ao serviço da selecção gratuitamente, tal como Mourinho estava disposto a fazer.</span></strong><em><br />
</em></span></p>
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		<title>Este homem é o ser humano perfeito</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 18:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evoliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Como começou a correr? Que idade tinha?
Comecei a correr no caminho de casa para a escola, quando tinha seis anos. Recordo esse tempo com ternura.
Porquê correr ultramaratonas?
É um desporto que exige cem por cento de entrega e concentração. As ultramaratonas [mais de 42 quilómetros] são o  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="410" height="357" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/7p5bIzkc7iu6ylm2HktA/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="357" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/7p5bIzkc7iu6ylm2HktA/mov/1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Como começou a correr? Que idade tinha?</strong><br />
Comecei a correr no caminho de casa para a escola, quando tinha seis anos. Recordo esse tempo com ternura.</p>
<p><strong>Porquê correr ultramaratonas?</strong><br />
É um desporto que exige cem por cento de entrega e concentração. As ultramaratonas [mais de 42 quilómetros] são o derradeiro teste da resistência humana. Gosto desta intensidade.<br />
<strong><br />
Deixou o seu emprego para correr?</strong><br />
Era um homem de negócios muito entediado. Tinha um emprego lucrativo, um carro vistoso, uma casa grande, todas as coisas que supostamente nos trazem felicidade. Mas em vez disso, traziam-me um sentimento de vazio. Por isso pedi a demissão. Agora escrevo livros, apareço na televisão, dou conferências, invento novos produtos para ajudar a correr e viajo pelo globo. Tenho uma vida de sonho!</p>
<p><strong>O que traz consigo quando corre?</strong><br />
Um telemóvel e um cartão de crédito, para poder encomendar comida se tiver fome! Trago também uma muda de roupa, luzes para durante a noite, protector solar e papel higiénico, para as emergências.</p>
<p><strong>Quantas horas corre normalmente? Quantas horas durou a sua maior corrida?</strong><br />
Num dia de treino normal, posso correr entre cinco e seis horas por dia. Participo em maratonas (que têm 42 quilómetros) para fazer corridas de treino. Houve uma vez que corri durante quase 82 horas consecutivas. Foram três noites sem dormir. Foi uma loucura!</p>
<p><strong>Tem algumas histórias engraçadas que aconteceram durante as corridas?</strong><br />
Uma vez dei comigo numa região remota dos EUA e estava a morrer de fome. Tinha o telemóvel comigo e o cartão de crédito, por isso liguei para um serviço de entregas ao domicílio a encomendar uma piza e pedi-lhes para ma entregarem à beira da estrada. Estava deliciosa!</p>
<p><strong>Qual foi o melhor sítio onde já correu?</strong><br />
Apesar de já ter feito centenas de corridas em alguns dos sítios mais exóticos e longínquos do mundo, a melhor de sempre foi uma corrida de dez quilómetros que fiz com a minha filha no dia do seu 10º aniversário.</p>
<p><strong>Qual foi a experiência mais dura por que já passou desde que começou a correr?</strong><br />
Quase morri enquanto corria a maratona do Pólo Sul. Era suposto demorar lá 12 dias e fiquei preso na Antárctida durante quase um mês, com pouquíssimo contacto com o exterior.</p>
<p><strong>Quando chega a uma cidade ou país pela primeira vez, vai descobrindo os locais enquanto corre, não é verdade?</strong><br />
Sim, houve uma vez que me perdi enquanto corria no Japão. Ninguém falava inglês e eu falo muito pouco japonês. Todas as pessoas a quem pedia direcções limitavam-se a sorrir e a fazer-me uma vénia. Levei cinco horas a encontrar o meu hotel.</p>
<p><strong>Quantas vezes já esteve em Portugal e o que mais lhe ficou na memória?</strong><br />
Já estive em Portugal três vezes. Viajei de Lisboa para o Porto e corri no Parque Natural do Alvão, que é extraordinariamente bonito. O marisco é incrível e o Castelo de S. Jorge à noite é deslumbrante. No entanto, o que mais gosto de Portugal são as pessoas. Acho que os portugueses são maravilhosamente animados e activos (especialmente os corredores).</p>
<p><strong>Nos locais por onde corre, já reparou se há cada vez mais pessoas que o conhecem e que sabem o que faz?</strong><br />
Sim, é mesmo estranho. Da última vez que estive em Lisboa fui obrigado a parar enquanto corria à beira-rio. Era um tipo que estava a almoçar e viu-me passar a correr. Dei-lhe um autógrafo no guardanapo.</p>
<p><strong>Quais são as suas próximas metas e projectos?</strong><br />
A partir de 2012, vou tentar correr uma maratona em cada país do mundo no espaço de um ano. Actualmente há já mais de 200. Estou a planear correr a Maratona de Lisboa quando passar por Portugal.</p>
<p><strong>Fale-nos um pouco mais dessa aventura.</strong><br />
Vou correr as maratonas normais do calendário, excepto em alguns países onde estas corridas não acontecem. Aí terei de organizar as minhas próprias maratonas. Os planos da viagem só agora estão a ser completados e estou a trabalhar com o grupo que coordena a corrida da Tocha Olímpica pelo mundo fora para me ajudar com toda a logística.</p>
<p><strong>O que come normalmente? Alterou a sua dieta alimentar desde que começou a correr?</strong><br />
Sigo um programa alimentar a que chamo “A Dieta Neanderthal”. Uso um filtro muito elementar: um Homem de Neanderthal teria acesso a esta comida? Massa? Não. Gelado? Uh uh. Pão? Nem pensar. Fruta? Com certeza. Decerto, ele encontraria uma árvore. Vegetais? Claro. Ele podia arrancá-los da terra. Nos tempos do Neanderthal tudo era orgânico, por isso tento também consumir comida orgânica o mais possível.</p>
<p><strong>A obesidade nos EUA preocupa-o?</strong><br />
A situação nos EUA preocupa-me imenso. Mais de metade da nossa população tem excesso de peso ou é obesa. Isto é trágico e tem de se fazer alguma coisa muito rapidamente. Não é possível forçar as pessoas a comer de forma mais saudável e a manter um estilo de vida saudável, a motivação para isso tem de vir do próprio indivíduo. Eu faço o meu melhor para dar o exemplo.</p>
<p>Fonte <a href="http://www.sabado.pt/Multimedia/Videos/Reportagem/Dean-Karnazes.aspx" target="_blank">aqui</a></p>
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